Em 28 de agosto de 2026, o canal Cortes do Flow Games publica um corte em que Davy — jornalista que acompanhou sessões estendidas de GTA 6 — detalha mecânicas de veículos e o novo sistema de procurado visto no trailer Extended Look. Fato: segundo o relato transmitido no corte, a Rockstar incluiu gasolina e recarga elétrica como camada de imersão, reformulou as estrelas da polícia com ícones informativos e removeu os marcadores de agentes no minimapa. Tudo isso parte de uma build de cerca de dois meses antes da gravação, com ressalva de que detalhes podem mudar até o lançamento.
Gasolina, elétricos e posto como hub de reparo
Fato: Davy descreve um sistema híbrido: além de postos de gasolina, existirão pontos para carregar veículos elétricos — inclusive um ícone de recarga aparece rapidamente no trailer analisado, embora ainda não conste no mapa da build mostrada. A barra de combustível não fica permanente no HUD durante a condução; ela surge apenas quando o tanque está baixo, sinalizando o momento de abastecer.
Análise de canal: o objetivo comunicado pelo estúdio, repetido ao longo das sessões, é que nada seja chato por design — a gasolina entraria como variável dramática, não como simulação punitiva. Davy cita o caso de roubar um carro quase vazio durante uma missão, ficar sem combustível no meio da fuga e ser pego: uma situação que não existia com a mesma intensidade no GTA V.
Fato: paradas em posto combinariam encher o tanque com reparo mecânico — o ícone de motor trataria dano funcional do veículo, enquanto estética (pintura, Pay ‘n’ Spray) ficaria em Los Santos Customs. No trailer, Davy também destaca reflexo indireto de Lucia na janela do carro ao Jason abrir a porta, além de peso visível nas rodas — detalhes gráficos que dialogam com o salto técnico já discutido em GTA 6: Comparação com GTA 5 Mostra Salto Gráfico de 13 Anos.
Estrelas apagadas, ícones e rádio policial
O trecho mais denso do corte foca o wanted level reformulado. Fato: ao cometer um crime, a estrela pode aparecer apagada quando o delito foi apenas reportado; ela acende quando há contato visual com a polícia — comportamento similar ao piscar do GTA V, porém com camadas extras de informação.
Fato: abaixo das estrelas surgem ícones que traduzem o que os agentes sabem: arma (suspeito armado), cabeça (rosto identificado), cabide (roupa registrada), câmera (flagrado por vigilância) e silhuetas duplas (crime em dupla). Para zerar a perseguição, o jogador precisaria neutralizar cada vetor — trocar roupa, remover máscara, separar Jason e Lucia para confundir a busca.
Análise de canal: Davy relata ouvir rádio policial com descrições faladas do suspeito (altura, máscara, jaqueta) e compara a profundidade a um soft RPG de polícia e ladrão. Ele também menciona que, na sessão vista, não houve resposta direta sobre exército nas seis estrelas — possível spoiler guardado pelo estúdio.
Quem acompanha a cobertura do Flow encontra contexto anterior em GTA 6: Imagens Exclusivas Reveladas no Flow Games, onde o mesmo ecossistema já havia filtrado material visual exclusivo antes deste corte sobre carros e procurado.
Assaltos, inventário duplo e IA menos previsível
Além dos veículos, Davy descreve loops de conveniência e combate dos protagonistas. Fato: lojas aceitam compras cotidianas (comida, bebida) com animações microdetalhadas — como a tampa da lixeira se movendo ao descartar um copo — e também servem de palco para assaltos com reações variadas de NPCs (fuga, resistência armada, pânico).
Fato: GTA 6 teria dois inventários separados — armas e itens — liberados conforme a história avança, no estilo Red Dead Redemption 2. Lockpick abre portas traseiras quando o caixa não entrega chaves; alarmes e testemunhas externas acionam a polícia por caminhos distintos. A regra central: nenhuma perseguição começa sem denúncia prévia, elevando o peso de testemunhas e câmeras em relação ao GTA V.
Fato: Lucia teria perfil de lutadora treinada (esquiva, defesa), enquanto Jason seguiria linha militar; a troca entre personagens distantes funciona como no GTA V, com transição ainda em polimento. Davy cita promessa de minigames numerosos, embora tenha visto apenas parte deles na build.
Para cruzar detalhes visuais do Extended Look com este relato hands-on, vale ler também GTA 6: 50 Detalhes Confirmados no Extended Look da Netflix, que cataloga pistas oficiais do mesmo período de marketing.
Minimapa limpo e perseguições por distrito
Fato: uma mudança citada como transformadora é a remoção das bolinhas de policiais no minimapa. Segundo Davy, um desenvolvedor justificou: queriam que o jogador olhasse a ação na tela, não o radar, durante fugas — quebrando o hábito de contornar linha de visão só pelo mapa, comum no GTA V.
Análise de canal: isso elevaria o risco de disparar alarmes em missões e tornaria pintar o carro na Los Santos Customs insuficiente para escapar — fugas exigiriam gerenciar roupa, máscara, dupla e rotas sem radar auxiliar. Davy também relata perseguições mais intensas, com frota variando por distrito (incluindo guarda florestal em áreas pantanosas) e IA policial menos repetitiva que os padrões fixos do quinto jogo.
Especulação: telas de Wasted e Busted permanecem, com respawn em hospital semelhante ao GTA V; prisão efetiva não foi demonstrada na sessão — Davy só viu morte do personagem. Confirmação oficial sobre exército, número exato de ícones em todos os níveis de procurado e balanceamento final da gasolina ainda dependem de comunicados ou builds mais recentes da Rockstar.
Conclusão editorial: o corte do Flow Games condensa um relato hands-on raro sobre GTA 6: veículos com combustível como variável narrativa, procurado tratado como quebra-cabeça de informações e polícia ancorada em testemunhas reais. Nada disso substitui documento oficial, mas explica por que a comunidade reagiu tanto às estrelas com ícones no trailer. Até Take-Two/Rockstar validarem ou negarem ponto a ponto, o material funciona como mapa do que observar nas próximas demonstrações públicas.
Fonte do vídeo: Cortes do Flow Games (YouTube).